quinta-feira, 20 de julho de 2006

Vilar de Mouros, cá vou eu, cuida-te



Estou curioso para rever os: The Datsuns, Sepultura, Soulfly, Cradle Of Filth, Tricky... enfim, todos, menos o Iggy Pop que será a minha primeira vez...

Almoço no centro histórico de Guimarãaes



De quando a quando sabe bem visitar o centro histórico de Guimarães e almoçar um hamburguer no Medieval. Na esplanada, de pernas abertas e no fim saborear um gelado...

sexta-feira, 14 de julho de 2006

Aproveitem este calor desgraçado...



Eu já me vou... de fim de semana... Um fds muito gay também para vocês!
Apresentação do Livro: Bubaque



A reunião de trabalho foi interrompida pela apresentação de um livro. Livro esse intitulado de Bubaque, da autoria de um jovem vimaranense de seu nome Alexandre. Esta primeira obra foi apresentada com mestria pelo Dr. Falcão que lecciona Sociologia na Escola Secundária Francisco de Holanda em Guimarães. A apresentação foi deliciosa que me impulsionou a comprar um exemplar... Mas não cheguei a comprar...
O regresso ao teatro



Já tinha saudades das gajas... A Iris, a Sofia e a Carina são uns seres que se tornaram numa extensão do meu ser, como frequentador habitual do submundo da arte do teatro. Por outras palavras... estas gajas conseguem aturar-me...



O verdadeiro pires de tremoços, a substância que nos aguçou o engenho, que nos ajudou a desenvolver o intelecto e que nos iluminou...



A noite estava demasiadamente quente, para que conseguissemos trabalhar, mas lá fomos limando umas ideias, desconstruindo outras e criando coisas novas...



E é assim a vida de um pseudo-artista desinspirado e amador de um modo bastante palerma...

quinta-feira, 13 de julho de 2006

Filme do dia: Paparazzi



Merecia um prémio por ter conseguido ver o filme inteiro. Ele é mau, é pior que mau, é horrível. É uma cagada de filme e reza o seguinte:

Um actor recém famoso e a sua família são alvo da atenção de paparazzi sanguinários que os perseguem. Em resultado dessa perseguição sofrem um acidente, no qual a mulher do actor fica gravemente ferida e o pequeno filho fica em estado de coma. O actor dá início a um acto de vingança, assassinando todos os paparazzi envolvidos no acidente...
Não o posso ver neste estado!



Por norma apenas descubro arranhões, riscos, amassadelas no meu carro quando o lavo. Com isto quero dizer que detecto os problemas de ano em ano. Esta táctica funciona, pois só me irrito com o estado do carro anualmente. Desta vez não foi assim, dei por ela dos estragos porque estava no habitáculo do veículo quando embati...

É chato. Meus amigos, desaconselho vivamente a que evitem acidentes de trânsito, apenas trazem chatices...
Uma manhã complicada...



Mais ou menos como nas outras manhãs. Nem bem, nem mal, antes pelo contrário...
Syd Barrett - 1946-2006



O co-fundador dos Pink Floyd, morreu devido a problemas com diabetes. Syd Barrett esteve na base da formação dos Floyd, mas apenas permaneceu na banda nos três primeiros anos. Abandonou a banda em finais da década de 60, quando começava a evidenciar debilidades mentais devido à utilização excessiva de LSD. A ele foi dedicada a música Shine On Your Crazy Diamond e o álbum Wish You Were Here.

É a bidinha... Shine on you crazy diamond

Remember when you were young, you shone like the sun.
Shine on you crazy diamond.
Now there's a look in your eyes, like black holes in the sky.
Shine on you crazy diamond.
You were caught on the crossfire of childhood and stardom,
Blown on the steel breeze.
Come on you target for faraway laughter,
Come on you stranger, you legend, you martyr, and shine!
You reached for the secret too soon, you cried for the moon.
Shine on you crazy diamond.
Threatened by shadows at night, and exposed in the light.
Shine on you crazy diamond.
Well you wore out your welcome with random precision,
Rode on the steel breeze.
Come on you raver, you seer of visions,
Come on you painter, you piper, you prisoner, and shine!

terça-feira, 11 de julho de 2006

Balanço do Mundial 2006



Foi giro ver a selecção dos Estados Unidos bater em retirada, com o rabo entre as pernas... Foi giro foi...



A Suécia bem que poderia ter ficado mais um pouco...



A Suiça portou-se muito bem e abandonou a prova de cabeça erguida.



A Polónia desiludiu um bocado.



A Alemanha mereceu o terceiro lugar da prova.



O Brasil bem mereceu a eliminação.



Portugal merecia muito mais, o quarto lugar sabe a pouco! Até os comemos!



A arrogância inglesa ficou-se pelo caminho.



Mas volto a afirmar... Portugal merecia muito mais...

Odeio Lisboa



Se calhar tem a ver com facto de eu ter ficado alojado na zona mais poluida da cidade. Embora tenha partilhado uma residência universitária com setenta meninas, não me sinto satisfeito. É o ruído dos automóveis, dos aviões, são os tarados do parque em frente à varanda, são os preços gritantes, é a antipatia das pessoas, o calor...

Odeio Lisboa...
Festival de Curtas de Vila do Conde



A noite de ontem foi dedicada às curtas metragens. Em Vila do Conde decorre um festival. Tive oportunidade de ver as obras de Jonas Odell, inseridas na secção: Curtas e Vídeos Musicais.



HÄR ÄR KARUSELLEN - Um filme experimental baseado num movimento repetitivo.



Vídeo musical para o segundo single do album dos Goldfrapp "Black Cherry".



Vídeo musical para o single Smile dos Mad Action.



Family & Friends - Animação baseada em histórias reais sobre coisas que nunca aconteceram.



A banda britânica Audiobullys numa versão do hit de Nancy Sinatra Bang Bang, através do olhar e da mente de Jonas Odell.



Vídeo musical para o single "Feeling a Moment", dos britânicos Feeder.



Os Erasure numa versão do hit dos anos 70 "Come up and see me (and make me smile) de Steve Harley e Cockney Rebel.



Vídeo promocional para os britânicos Franz Ferdinand. Single da música Take Me Out.



Animação onde o ponto de partida foram entrevistas conduzidas pelo próprio Odell.
Aquele Verão Distante de Sarah Patterson



Já chorei ao ler este livro, parte IV

Para a viagem levei um romance intitulado: Aquele Verão Distante, que relata a vida de uma adolescente que, durante a segunda grande guerra conhece uns soldados, apaixonando-se por um americano. Nesta obra é retratada a dura realidade da guerra.

O livro é mau, mas romântico como sou só me senti satisfeito ao comprovar que o final foi mesmo feliz...
A viagem caótica



Como sempre, as viagens até Lisboa são catastróficas, desta vez deveu-se a uma avaria no autocarro, que o obrigava a parar em tudo o que era local... O calor que se fazia sentir...

Mas algo fora do normal aconteceu, pois no autocarro seguia um grupo de mudos que provocaram uma verdadeira algazarra. Eles berraram durante toda a viagem. E como existe gente gente que não acredita no acto de tomar banho, o cheiro era muito forte. Alguns lugares atrás de mim alguém ouvia rádio, partilhando a sua música com o resto dos passageiros, que tiveram de gramar com música romântica brasileira...
House of Wax, uma poia de filme



Este filme é pior que mau. O enredo é deprimente e os actores... enfim. A atracção principal do filme é a Paris Hilton, conhecida pelos seus dotes de $&#"*&. Mesmo assim tive estômago para assistir ao final, que já havia adivinhado... Argh, muito mau mesmo...
A sardinhada em Santarém



O verdadeiro penetra, foi esse o meu verdadeiro papel na tarde de sábado, ao infiltrar-me num churrasco. Comi bebi, fiquei a conhecer pessoas e encontrei outras tantas já conhecidas; Alexandre e a Sónia, a Patricia, a Joana, a Teresa e o Bruno.

A festa teve lugar na bela localidade de Santarém, numa fantástica quinta. Falei com um cavalo, vi pessoas a banharem-se numa pequena piscina, os cães a arfar com o calor extremo que se fazia sentir. Petisquei queijinhos, pudim, um bom vinho, sardinhas e umas excelentes batatinhas cozidas.

Para o ano lá estarei de novo... colado...

quinta-feira, 6 de julho de 2006

Força itália!



Enfiem-lhes uma baguete pelas nalgas acima!

Toujours les mêmes merde... le fantôme français...
É a bidinha... tem destas coisas...



O orgulho não é grandeza, mas inchaço. E o que está inchado parece grande mas não é sadio.

- Santo Agostinho

Concluindo: Temos um orgulho sadio, mais coisa menos coisa! Somos grandes e inchamos de orgulho. Contradição? É o futebol, meus caros!!!

Aqui ficam os meus parabéns à selecção, que me fez roer as unhas e me deu vontade de festejar.

quarta-feira, 5 de julho de 2006

Os Hindus contam uma história bonita.



No princípio dos tempos, uma grande nuvem espiritual envolvia o mundo, constituindo a essência suprema, e cada criança, ao nascer, recebia uma generosa parcela deste misterioso ectoplasma que descia sobre ela e passava a ser sua alma. Com o passar dos séculos, as populações foram aumentando e já não havia grandes porções de alma para dividir com todos os que nasciam. Então começaram a aparecer na terra milhares, milhões de pessoas com almas pequenas. Mas até hoje, de vez em quando, um engano acontece, e ainda sobra um pedaço maior de alma para determinados seres humanos. Assim nascem, aqui... e ali, criaturas de almas grandes.

Por toda parte, na terra, em países diversos, essas pessoas de almas grandes reconhecem-se e atraem-se ao ver-se pela primeira vez. São em geral simpáticas, inteligentes, honestas, e identificam-se imediatamente uma com as outras, como se fossem irmãs. Os casos de amor ou amizade à primeira vista, constituem provas concretas de que estas grandes almas existem. A angústia de viver está em que, no caso de sermos almas grandes, passamos às vezes uma vida inteira sem encontrar nossas parceiras genuínas, aquelas pessoas perfeitamente aptas a se identificarem connosco, a tornarem-se nossas maiores amigas, ou nossas grandes paixões. E podem estar à nossa espera ali na esquina, ou num bairro que não frequentamos, numa cidade que não visitamos. Todos deveriam falar com todos, sem constrangimentos, e tentar aproximações novas e frequentes. O mundo seria bem melhor se qualquer pessoa desconhecida dissesse em plena rua:

- "Aí está...gostei de falar contigo... vamos tomar um café".

Este texto chegou-me por email, refuto qualquer responsabilidade... portanto ninguém me venha chatear com palermices...
Ao Diabo e à Polícia nunca falta que fazer

Ao fim da tarde de ontem tive um acidente de automóvel, o meu querido Punto ficou com a frente danificada. Felizmente que não estragou a placa da matrícula que já estava meia torta. Os estragos não foram nada modestos, os dois carros envolvidos tiveram diversas mazelas. Bati num carro que me ultrapassava pela direita enquanto eu estacionava tranquilamente o pópó em frente à minha humilde casinha.

O tafolho do malvado que fez a traquinice de me ultrapassar pela direita negou qualquer responsabilidade no incidente. Coisa que me deixou um pouco chateado e a bufar pelas ventas. Com mil raios! Foram as palavras que me sairam de imediato. O acordo não chegava e eu liguei para polícia. A chegada da autoridade serviu para acalmar os ânimos e para registarem a ocorrência.

O caso ainda está longe de se resolver...

O que me ficou impresso na memória foi o facto de ter feito o teste de alcoolemia mesmo em frente à minha casa, com a minha mãe a ver... Nunca me imaginei nesta situação... Encho os pulmões de ar e sopro com energia. O senhor agente começa a dar palmadas no aparelho, vira-se para mim e diz:

- Deixe lá, esta merda está avariada, devem ser as pilhas... Olhe lá, você não ingeriu nenhuma substância alcoólica pois não?

Obviamente respondi incrédulamente, que não havia ingerido nada alcoólico, apenas água fresquinha. E ouvi o comentário seguinte:

- Ok, não há problema, eu aponto aqui 0.0...

terça-feira, 4 de julho de 2006

Apeteceu-me...



Se, depois de eu morrer...
Se, depois de eu morrer,
quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas --- a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra todos os dias são meus.
Sou fácil de definir.
Vi como um danado.
Amei as coisas sem setimentalidade nenhuma.
Nunca tive um desejo que não pudesse realizar,
porque nunca ceguei.
Mesmo ouvir nunca foi para mim senão um acompanhamento de ver.
Compreendi que as coisas são reais e todas diferentes umas das outras;
Compreendi isto com os olhos,
nunca com o pensamento.
Compreender isto com o pensamento seria achá-las todas iguais.
Um dia deu-me o sono como a qualquer criança.
Fechei os olhos e dormi.
Além disso fui o único poeta da Natureza.


Alberto Caeiro

segunda-feira, 3 de julho de 2006

Acabei de ler: Viagens do Diabo em Portugal



Antologia de contos tradicionais, mitos e lendas referentes ao Diabo, da autoria de Fernanda Frazão.

Aqui transcrevo uma lenda relacionada com a cidade de Guimarães.

Lenda da Ponte de São João

"Uma légua ao norte de Guimarães há uma ponte por baixo da qual passa o Rio Ave, denominada de Ponte de São João. Quando alguém daqueles sítios está doente e descrê dos socorros da medicina, vai ao meio da ponte, à meia-noite em ponto, acompanhado por um padre, com meio alqueire ou um alqueire de milho-alvo ou painço; o padre lê-lhe os exorcismos e o doente atira o milho da pinte abaixo, seguido de três punhados de sal; e o Diabo, a quem o padre impõe a obrigação de largar a criatura, lá fica entretido a contar os grãos de milho, até à consumação dos séculos."

No final do livro é-nos mostrado o Bilhete de Identidade do Diabo; a idade, a família, os hábitos, as suas habilidades, a sua sogra...
A.D.Pedome contra o M.A.Landim, futebol total



Pelas nove horas da noite de domingo as atenções estavam centradas no campo da Associação Desportiva de Mogege. No torneio jogavam a Associação Desportiva de Pedome e o Movimento Amigos de Landim. O jogo foi duro e a equipa pedomense entrou mal no jogo. A vantagem do marcador favorecia a equipa adversária que acabou por fazer uma boa gestão da situação de jogo. A equipa de Pedome, onde joga o Zé Jorge bem tentou inverter o resultado, embora sem sucesso algum. O resultado ficou-se por 5-2, saindo vitoriosa a equipa de Landim... As bancadas estavam cheias, a cerveja fresquinha, o ambiente exuberante...
Vilar de Mouros



Já a pensar nos concertos, lá fomos até Vilar de Mouros respirar o ar do campo. O recinto estava cheio de autocarros, que por sua vez, estavam cheios de famílias.

Descobrimos uma azenha onde a água passava corredia. Ocupamos os lugares da esplanada do Café Azenha e morfamos uma bifana e bebemos uma garrafinha de vinho verdusco... Que fresquinho estava ele...
Grande noite de futebol



O Campeonato do Mundo é para meninos. No campo de futebol situado em Joane, perto do restaurante Bouças teve lugar mais um jogo do torneio em que a equipa pela qual o Zé Jorge joga entrou em campo. Não sei o nome das equipas, a do Jorge jogou com um equipamento todo catita, camisola amarela, calções verdes e meias azuis. A equipa adversária que acabaria por vencer por 9-5 vestia... hmmm, já não me lembro da cor do equipamento.
Portugal 3 - Inglaterra 1



E Portugal lá vai dando cartas no Campeonato do Mundo, desta feita arrumou com os arrogantes ingleses. Agora vamos papar os franceses... O caneco é nosso!
O meu primeiro autógrafo, co'a breca



Escrito pela própria mão do Mestre José Cid.

O blog do Mogambílio, orgulhoso como nunca, exibe como se de um troféu se tratasse o autógrafo do Senhor da Canção, Mestre dos Mortais. Como se do deus Crepitus viesse a luz para nos iluminar...

Ui! Exclamou o Diabo ( conhecido como José Cid) quando viu o cu à mãe! Cruzes canhoto!

sábado, 1 de julho de 2006

Estou sem palavras...

Eu como tu, tu como eu, o José Cid que te me deu!



Era apenas mais uma noite de sexta feira, em que uma pessoa ia visitar o tasco do Sr. Machado. A meio do caminho, na bela localidade das Taipas, estava o Mestre a actuar no âmbito das festas em honra ao santo padroeiro, o S. Pedro. Eu, o Diogo, o Ricardo e o Zé Jorge assistimos ao espectáculo logo na primeira fila. A actuação foi brilhante, o José Cid apareceu vestido de branco, da cabeça aos pés, e, de braços bem abertos cumprimentava a escassa assistência.



Mal o Mestre deu o concerto por terminado, correu para o seu camarim improvisado nas traseiras do palco. Do lado de fora, umas vinte pessoas o aguardavam pacientemente, criando um murmurinho infernal. A expectativa aumentava, as pessoas davam cotoveladas umas nas outras, arranhões e puxões (ok, admito que estou a exagerar um bocadinho).



Fui o último da fila a falar com o Mestre. Conversamos sobretudo sobre os seus primeiros trabalhos, dos quais sou enorme apreciador. Tiramos fotografias, abraçamo-nos, rimos bastante e eu fiquei a admirar ainda mais o Mestre.

Depois foi hora de molhar a garganta, e nada como um bom vinho e um bom caldo verde...