quinta-feira, 21 de setembro de 2006

Arre porra! Detesto este gajo



A seguir ao Teletubbie o boneco da caixa automática multi-banco é o mais odiável...

Despistado como sou, fui fazer um levantamento numa caixa multibanco e esqueci-me lá do cartão, dando-o como perdido. A necessidade obrigou-me a regressar à mesma caixa, desta vez com a caderneta, ao que o boneco simpático me disse com um sorriso idiota estampado no rosto: De momento não é possível executar esta operação!

Hoje de manhã tentei de novo. Para minha surpresa, introduzi incorrectamente a caderneta, obtendo a seguinte mensagem do estúpido boneco: Por questões de segurança retemos a sua caderneta!

Ai! Pensei eu! Que raios! Maldição!

Parei, acalmei-me e decidi que tudo se deveria à falta de café. Tomei-o e dirigi-me ao balcão da instituição bancária onde expliquei a minha situação. Como seria de esperar os funcionários fitaram-me com aquele ar de: Este gajo é maluquinho<span style="font-weight:bold;">!

A situação resolveu-se e fiquei novamente contente da vida. Parvo como sempre.

terça-feira, 19 de setembro de 2006

O Pêndulo de Foucault, do Umberto Eco



O Santo Graal anda por aí. Este livro é um desenrolar de conspirações, ora os Templários, ora os Jesuítas, ora os Rosas-Cruzes...



Cada página levanta uma ponta de mistério... Estou quase no fim e torna-se cada vez mais como se estivesse no inicio. Embora seja necessária alguma dose de paciência.
Eu gosto disso...



Movimentos perfeitos
Quando eu te toco
Arrepio-me todo
Eu gosto disso
Rascunhos e promessas
Que nos permitimos fazer
Sem demora
Eu gosto disso
E nem te apercebes
Tudo acontece
E tu não sabes
Também eu não quero saber
Dormir até tarde
Enroscado em ti
Um abraço apertado
Uma tranquilidade perfeita
Um peidinho
Um embaraço
Um sorriso
Um encolher de ombros
Um beijo
Uma gargalhada
Movimentos perfeitos
Corpos quentes
Corpos despidos
Um beijo quando te toco
Eu gosto disso
Acho que sabes...
Faço de conta que não percebo
Entrego-me, deixo-me ir
Eu gosto disso
Pensei que já sabias...



Ontem pediste-me algo
Pensei que já sabias
Respondi com o olhar
Com um sorriso no olhar
Sorriste para mim
E murmuraste no meu ouvido
E ali ficamos
Parvos e imóveis
Inertes a divagar
O teu desejo teve resposta
Sem falar, apenas sorrindo
A fome apertou
Fui almoçar
Como se deve fazer
Na mão... Um talher...
Então encontraste-me de novo
Eu ali, cheio de medos
Preencheste-me de novo
Rendi-me, dei-me
Segui, pousei o tabuleiro
E peguei numa peça de fruta
Uma maçã, doce maçã
Verde maçã, madura maçã
E comi. Comi a maçã.
Olhei-te nos olhos
Brilhavam
Tomei um café
Porra que estava quente!
Queimei a lingua...
Fui embora.

segunda-feira, 18 de setembro de 2006

Frase do dia



Pau de canela mutante semi homo meio virgem que come gelados com a testa.
Ana Carolina e Seu Jorge ao vivo



A Ana Carolina e o Seu Jorge sobem ao palco de modo informal onde tocam versões acústicas despretensiosas e simples. As músicas "Tanta Saudade", "Nega Marrenta" e "É Isso Aí", a versão de "The Blower's Daughter", do compositor indie folk britânico Damien Rice. Esta dupla cria momentos deliciosos em palco, tanto a solo como em conjunto. Adoro este disco e não me canso de ouvir...
Diz lá se isto não me dá um ar inteligente



Acredita: Eu sou palerma!
Mais um...



Letra da música Dia Especial, só não digo o autor porque tenho vergonha...

Yo no sé si es muy tarde para ti,
Quiero desafiar la comodidad
No nos sirve más fingir...
Yo no se cuán efímero es tu error,
Ya te perdoné
Adelanté las agujas del reloj...
La lágrima secó,
Se aleja el temporal,
Latiendo como el sol,
Mi corazón no tiene edad
Para esperarte...
Éste es un día especial,
Quiero creer... otra oportunidad.
Dimos un salto mortal,
Y hoy vuelvo a ver...
Faro en la oscuridad
Ya no estoy tan confusa como ayer,
Solo la ilusión trae desilusión,
Y es tan fácil de caer...
Un mundo en que creí,
Lo eterno y lo fugaz,
Prefiero darle fin aunque me ocultes la verdad,
más vulnerable...
Latiendo como el sol
Mi corazón no tiene edade

sábado, 16 de setembro de 2006

Bauhaus



Crowds

What do you want of me
What do you long from me
A slim Pixie, thin and forlorn
A count, white and drawn
What do you make of me
What can you take from me
Pallid landscapes off my frown
Let me rip you up and down

For you I came to forsake
Lay wide despise and hate
I sing of you in my demented songs
For you and your stimulations
Take what you can of me
Rip what you can off me
And this I'll say to you
And hope that it gets through

You worthless bitch
You fickle shit
You would spit on me
You would make me spit
And when the Judas hour arrives
And like the Jesus Jews you epitomize
I'll still be here as strong as you
And I'll walk away in spite of you
And I'll walk away

Walk away
Filme: O Novo Mundo de Terrence Malick



Ainda vale a pena ir ao cinema. Por vezes aparece um grande filme que me conquista de modo triunfal. Uma simples história de amor transforma-se numa obra prima. A fotografia do filme é deslumbrante acompanhada pela soberba banda sonora. A Pocahontas é representada por uma actriz simpática e agradável que consegue representar a inocência das tribos antes da chegada da arrogância e egoísmo do mundo civilizado... Durante o filme as minhas emoções estiveram ao rubro.
Yeah Yeah Yeahs - Turn Into

A música que não sai da minha cabeça, que me faz gritar para dentro, que me faz arranhar as entranhas, que me provoca suores frios... que me faz pensar em algo mau e bom ao mesmo tempo, que me deixa a levitar no peso que suporto...



i know what i know
i know
on the car ride down
i hear it in my head real low
turn into the only thing i ever
turn into
hope i do
turn into you

i know what i know
well i know
that girl you found
keeps that kind of window closed
she'll turn into the only thing that ever
turn into
hope i do
turn into you

can't say why i kept this from you
my, those quiet eyes become you
leave it where it can't remind us
turn this all around behind us
oh, well i know
we'll all fall right in to keep you out
i'd like to tell you all about it

i know
what i know
i know
this is the last time around
i'll hear it in my head real low
turn into the only thing that ever knows
only thing that ever knows

i know what i know
well i know
Playlist para uma pré noite sabadiana



Sinto-me twiste e aborrecido. Porquê? Não sei, mas apetece-me ficar a ouvir estas musicas, só e no escuro do meu quarto, absorvendo-as e alimentando-me delas para me reajustar...

Silversun Pickups - Kissing Families
Dinosaur Jr - Get Me
Tom Petty - Saving Grace
Weezer - The World Has Turned and Left Me Here
Devendra Banhart - A Ribbon
Iron and Wine - Free Until They Cut Me Down
Yo La Tengo - Mr Tough
White Stripes - This Protector
Bob Dylan - The Levee's Gonna Break
Roy Orbison - Running Scared
The Decemberists - The Soldiering Life
Velvet Underground - Venus in Furs
Jeff Buckley - Lover, You Should've Come Over
Dia de vindima



Durante este dia uma frase assaltou-me constantemente à cabeça: Nunca mais bebo vinho! Mas durante o dia não fiz outra coisa. Foi ver aqui grande agricultor a apanhar uvas do chão, a beber vinho, a trepar a escada, a carregar cestos, a praguejar, tudo menos pisar as uvas...
Conheço uma pessoa que odeia o Kung Pow



Alguma vez colocaste em causa uma relação pelo simples facto da outra pessoa ter odiado um filme? Eu já me senti assim, após ouvir a seguinte frase: É pá! Essa porcaria não tem piada nenhuma!

O Master Pain é que não ouviu essa afirmação, senão a Eliana teria levado com a garra de ferro.

terça-feira, 12 de setembro de 2006

Beijinho Podre (Beijinho Doce)



Autor: Laert Sarrumor
Interpretação: Laert, Ayrton e Alcione
Ano: 1998

Que beijinho podre
Que ele me deu
Não sei se foi repolho
Ou feijão azedo
O que ele comeu
Que beijinho podre
Deixou na minha boca
Um gosto ruim
De peixe estragado
De urubu assado
Ou algo assim
O dente é carniça
A língua é fedida
E o fígado ruim
Um bafo arretado
Um arroto bem dado
Esse é o meu fim
A encomenda



Ninguém me tira da cabeça que esta pessoa pequena é originária de outro planeta. Viajante de um cosmos cheio de brinquedos espaciais e infinitos. Com penicos gigantes e chupetas estranhas. Este ser que faz chichi nas cuecas é capaz de comportamentos que ultrapassam a nossa capacidade de processamento cerebral. Ele enche o comando do televisor com baba, tem longas conversas com um rottweiler, dá pontapés. Da sua boca saem sons estranhos, tais como: Plé, Batite, Migul, Panu, Ibit...

segunda-feira, 11 de setembro de 2006

As aventuras da Pantera Cor-de-Rosa!



Mais de quarenta episódios... Com a qualidade da famosa "Versão Brasileira, Herbert Richard"...



Para animar o meu primito arranjei os desenhos animados da Pantera Cor-de-Rosa. É vêr o simpático felino a aplicar travessuras no Inspector Vivaldo. Uma das séries animadas que acompanhou o meu desenvolvimento como pessoa, e das que mais estimo e que vinte anos depois volta a preencher o meu imaginário. Só que o puto não acha piada nenhuma, e demonstra ter vergonha nos momentos em que desato a rir desalmadamente.

Porque razão eu consigo ser mais infantil que uma criança de dois anos de idade?

sexta-feira, 8 de setembro de 2006

O guardião insaciável



Eu tenho um cão maluco.
Ele um dia telefonou-me com o telefone.
Ele tem uma namorada que era uma cadela também maluca.
Um dia ele atirou-se pela janela mas ele não morreu porque ele é maluco...


A minha casa está fortemente protegida, de um lado, um valente e mal encarado rottweiler, do outro lado por um psicótico rafeiro. Este espécime canino, de reduzida envergadura, é uma alma possuída pelo instinto sanguinário de uma qualquer alma penada com quatro patas.

Na foto podem vê-lo na pose assassina, sedento de coisas para roer e trincar. O bicho nunca de cansa de correr pela casa em busca da minha mãe, por quem em nutre um sentimento de posse.

O animal deve ter (à minha imagem) algum distúrbio sexual, tudo o que é boneco, ele monta. A sorte do rottweiler é estar separado, senão imagino-o a ser violado pelo meia leca do Penico, o cão guardião insaciável...
Um filme lindo...



Uma agradável surpresa foi o filme O Tigre e a Neve do Roberto Benigni. A guerra do Iraque é o mote para esta saborosa narrativa onde um poeta sonha com um amor não correspondido. Uma obra que deve ser vista e revista. Um filme genial.
A primeira paixão da Caixa



Quis o destino que a Caixa de apaixonasse. Uma paixão proibida devido às diferenças obvias entre uma Caixa de Madeira de boas famílias, bem-educada e uma Caixa de Sapatos tóxico-dependente que cuspia no chão e dizia muitos palavrões.
Uma Caixa de Papelão que pertencia a uma banda de heavy metal e que tinha um piercing na aba. A Caixa ainda não recuperou da triste e desagradável separação, quando um motard barrigudo, peludo e mal encarado pegou na sua amada, a Caixa de Sapatos, tomando-a como sua, usando-a para guardar comida gordurosa e restos de velharias, que por ventura seriam lembranças de uma longa vida na estrada. De seguida a Caixa foi usada para transportar objectos de maior porte, a distâncias cada vez maiores. À medida que ela ia crescendo, maiores objectos ela transportava.
Se não tem carne... não é comida



Decididamente não gosto de vegetarianos. São pessoas estranhas que possuem hábitos alimentares esquisitos e que reinvidicam a omelete, a tosta de queijo, a compota de morango... enfim, alimentos que sempre fizeram parte da alimentação dos não vegetarianos. Toda a minha vida comi torradas e omeletes, e não sou vegetariano, e se cheguei a ser, seria certamente para impressionar miúdas!



Eu como animais, que por sua vez comem plantas. Nisso não vejo qualquer problema, trata-se da ordem natural das coisas. Admito porém que a carne antes de ter aquele aspecto suculento no prato passa por um tratamento que consiste em provocar muitas maldades nos pobres animaizinhos...



A questão que se levanta é a seguinte: Porque razão os vegetarianos tentam imitar a comida dos não vegetarianos? É ver hamburguers, francesinhas, salsichas, almondegas, rissóis... vegetarianos!!! Não concordo... E ainda nos tentam roubar as tostas de queijo!



Daqui a pouco surgirão sandes de coiratos vegetarianos... Será que os vegetarianos podem comer bolachas com forma de animais?

A adolescência da Caixa



Com o passar dos tempos a Caixa foi crescendo. Crescendo até ficar maior do que estava, mas ainda muito pequena em relação ao que viria a ser, enfim… de tamanho médio, mais coisa menos coisa, quando começou a viajar. Arranjou emprego numa pequena transportadora. Carregava artigos de confecção, pelo que viajava muito, de fábrica para fábrica. Os tempos eram de crise e toda a gente a utilizava como uma Caixa que era. As pessoas como nós, como as caixas e não como as Caixas com C maiúsculo; não me perguntem a diferença… pegavam nela, colocavam-lhe etiquetas, passeavam com ela e tratavam-na com respeito. Mas ela sentia-se infeliz. Queria mais!
Como tudo começou...



Quando a caixa dava os seus primeiros passos, numa pequena cidade nos arredores de Nova Iorque, essa grande metrópole onde viviam milhões de caixas, tinha já grandes sonhos e aventuras a realizar. Desejava ser usada para grandes feitos; para guardar relíquias e maravilhas do mundo ainda por descobrir. Acabada de sair da fábrica, junto de outras 145.854 caixas, sofreu a primeira desilusão. O primeiro confronto com a sua triste realidade. Quis o destino que fosse usada para guardar coisas velhas, num sótão escuro e abafado, junto de outras caixas, bastante mais velhas, mas que a ajudaram a formar a sua personalidade enquanto caixa.

Fechada naquele sótão durante toda a sua infância, a caixa ouviu histórias de feitos grandiosos: A Caixa de Pandora; a Arca da Aliança; a Caixa Geral de Depósitos; a Caixa Mágica; a Caixa de Chocolates; a Caixa de Sugestões; a Caixa de Previdência e a Caixa Postal… E agarrou-se à imagem das Caixas suas heroínas, observando e aprendendo com as caixas que a rodeavam.

terça-feira, 29 de agosto de 2006

A inquietação do pensamento



A solução final, encontrada recentemente entre a minha orelha esquerda e o orificio anal, tem sido a forma correcta: como se fosse um pedido de autorização para viver e, por inerência, chibar o resultado (pois é desse modo que eles me descobrem, uma e outra vez, sem parar). Perco-me, por vezes, na espontaneidade do meu devaneio, mas ganho no degredo, do qual sou autoridade socialmente aceite, o que até nem é mau. Quanto às atitudes, têm variado de pessoa para pessoa, a mais utilizada (por mim, e por muitos mais) é a do cuspo nas trombas, à cuspidela inesperada e ao pontapé imprevisto, a resposta menos ouvida é aquela do: E se fosses para o...
Assaltaram-me o carro



A minha sorte foi não ter estado na viatura aquando o assalto! Os malvados ainda me levariam com eles...

Um gajo já não pode ir para os copos despreocupadamente, os sacanas dos bandidos estão feitos mirones aguardando uma distração e... pimba.

Se eu descobrisse os larápios teria oportunidade de lhes mostrar o meu descontentamento... ou não...

segunda-feira, 28 de agosto de 2006

A Festa do Kim-Tal



Neste evento, que celebrou a sua quarta edição; a Festa do Kim-Tal contou com inumeras personalidades do GM, como de diversas pessoas normais. Com muita pena minha cheguei quase no fim da festa, já as almas se encontravam bastante animadas. No final lá fomos, acompanhados de umas garrafitas de vinho, para a Estação Arqueológica de Delães, onde ficamos na treta e onde o Zé Jorge me ia arrancando uma perna ao partir uma garrafa, deixando a minha perna a sangrar e pior de tudo... desperdiçar vinho...
O varredor de cabelos



Eu, no meu papel de idiota útil, de pateta prestável mal sabia no que me iria meter! Com mil raios!

Voluntariei-me para auxiliar na arte de lavar cabelos e de varrer o chão. A parte do lavar cabelos foi desnecessária, pelo que ergui as mãos ao céu. Mas da vassoura não me livrei. Um dia inteiro a ouvir as entediantes conversas de circunstância que habitualmente borbulham num salão de cabeleireira.

Uma coisa é certa: esmerei-me a varrer o chão...

domingo, 6 de agosto de 2006

Concerto dos Links



A nova formação musical fundada pelo Marco, ex-elemento da banda de trash metal Nightmare aposta agora num registo mais convencional: algo situado entre o rock e o nu metal. O local de apresentação foi o Café do Rui em Ronfe, nos arredores de Guimarães. Toda a malta passou por lá, uns por curiosidade e outros por devoção (ok, esquece a parte da devoção. A verdade é que o Marco presenteou o pessoal com um solo de guitarra como o aço!

Nunca pensei que por baixo de um vão das escadas se fazia algo tão prazenteiro...
Mirandela - dia Cinco



Mirandela rebentava pelas costuras com tanta gente nas ruas. Era dia de festa e de romaria. Um enorme e bastante estranho cortejo atravessou a cidade...



Ainda me lembro, daquelas meninas, que com treze anos de idade (no máximo) se passeavam semi-nuas, com umas saias diminutas e uns decotes bastante ousados... E o público a apluadir efusivamente... E eu a tentar virar
Mirandela - dia Quatro



O tempo quente convidava a banhos, e convenhamos que férias sem água não são férias. O rio Tua não me inspirou muita confiança, pelo que optei pela piscina, que, com o cloro e com os emigrantes a urinar nas suas águas azuis e brilhantes, que cintilavam ao serem tocadas de leve pelos raios solares.



Pela noitinha os Drop-D subiram ao palco... Ainda inseridos no programa das festas da cidade a banda de Metal oriunda de Valongo tocou umas covers dos Pantera, Moonspell para além de alguns originais. O som era engraçado mas algo repetitivo. A assistência resumia-se a amigos e familiares dos elementos da banda... O que me ficou na memória foi a brilhante versão da música Moonligth Shadow que me vez bater o pézinho...
Mirandela - dia Três



Foi dia de visitar a bela localidade de Vila Flor, povoado que caiu nas boas graças de D. Dinis... Vila Flor, segundo reza a tradição, foi assim baptizada no século XIII pelo rei Dom Dinis, de tal modo conquistado pela beleza desta terra fértil. No meio do nada...



A primeira coisa a fazer foi uma visita ao Museu... Aquilo mais parecia um bazar Chinês; com isto quero dizer que tem de tudo. Aquele espaço, embora reduzido está repleto de preciosidades, raridades e curiosidades. O senhor simpático que me guiou conseguiu que eu me apaixonasse por aquele local onde cada peça conta uma história. Desde missais, computadores, telefones, cartas, livros, pinturas, manuscritos, moedas, vestuário, electrodomésticos, forais... e uma secção dedicada a África que exibe animais embalsamados, armas de caça, artesanato. Possui também uma secção de louças...

Enfim, uma panóplia de artefactos muito rica do ponto de vista histórico/cultural que em recomendo vivamente... Mesmo muito bom!



Boss AC num concerto muito mau... O astro do Hip Hop tuga esteve presente nas festividades da cidade. O artesão de ritmos e de palavras: "Tu não andas... tu deslizas", e "Só queria ser uma mosca para pousar em ti" levou o público ao rubro. Restou-me ficar de braços cruzados a contemplar a assistência. Bonés, cuecas à mostra, atitude rebelde e parecia que estava na Amadora ou em Chelas. Tive medo que me apontassem uma naifa e me sacassem a carteira. Mas de rufias... apenas tinham o aspecto. Refrões muito maus mas que entram de imediato no ouvido. Aguentei vinte minutos e desisti...
Mirandela - dia Dois



As férias serviram para manter a escrita em dia bem como... fazer outras coisas... dormir, comer, passear, mongar, tomar café à beira rio...



A Residência Espanhola, dois seres espalmados num puff, sem contar com as osgas, numa marquise que mais se assemelhava a uma estufa. Quatro olhos que no escuro miravam o pequeno televisor... por fim, o sono os levou de vencida...



A cassete do António Severino: estive mesmo quase a perder a cabeça e a ceder ao impulso de comprar cassetes de música mesmo muito má. O meu critério baseava-se na beleza das capas mais horripilantes que até assustam o próprio susto. O preço afixado era o de quatro euros, enfim, quase dado, graças à qualidado do seu conteúdo...

Para ouvires o som deste ícone da canção segue este link:

http://musicapopularalternativa.planetaclix.pt/sons/antonio_severino-telegrama.mp3
Mirandela - dia Um



As tão esperadas férias chegaram... ai que bom (digo eu)... Alguns dias em Mirandela para relaxar e passear. Logo à chegada foi alapar o rabo e não fazer nada, até que alguém me grita: Com' é!! Ao que eu respondo: 'Ah e tal, julgo que também me descalca as peles!'

E foi este o mote para o arranque das férias.



O puff era o centro das atenções! Um puff para duas pessoas, uma longa luta se travou pelo controlo do tão desejado objecto, a alternativa era uma rede, obviamente uma alternativa menos desejada...

A luta não obteve vencedor algum, antes pelo contrário, venceram os dois ao saírem derrotados, mais coisa menos coisa, salvo as omissões divulgadas pela falta de informação devidamente adulterada e censurada por mim...
O inquilino misterioso



Estou farto de conviver na mesma casa com monstros predadores hediondos medonhos e tenebrosos. Ok, poderei porventura admitir que a suas dimensões eram bastante modestas, mas mesmo assim provocava uma sensação de um desconforto tresloucado e incontinência (devido ao medo). Os pequenos monstros apareciam após a meia noite, vindos do exterior, onde devem ter instalado o pânico.

Como me livrar deste ser escamoso? A solução foi simples e completamente eficaz, infelizmente não funcionou e ficamos entregues à nossa sorte...

Resultado final:

Osgas: 2
Mogambilio: 0
O Deus das Pequenas Coisas



Desde que comecei a folhear este livro dei por mim a olhar de uma outra maneira, de um modo mais simples, para as coisas da vida...

Suzanna Arundhati Roy escreve sobre uma família indiana. Os gémeos Estha e Rahel, a mãe, a avó e Velutha o deus das perda e das pequenas coisas. O livro é comovente e permite-nos soltar um sorriso face à escrita que por vezes parece de uma inocência rara. Fiquei viciado pela sua escrita doce e fascinante...
Rumo a Mirandela



Trás-os-Montes foi o local escolhido, a cidade de Mirandela foi o destino de dois seres alieligenas. Eu e a Mogambilia. Durante uma semana inteira vamos passear nas margens do rio Tua e respirar o ar fresco e airoso daquela bela localidade... Para lá chegar muitas tormentas terei eu de passar... Mas daonde? Alguém me diga!

sábado, 5 de agosto de 2006

Dvd do dia: Bullet in a Bible dos Green Day



Uma das melhores bandas da actualidade e Bullet in a Bible é o cd que deve ser ouvido para comprovar que os Green Day estão crescidinhos e que já sabem bem o que fazem: grandes canções.

Este dvd reúne os melhores momentos dos dois concertos dados em Londres durante a tornée de promoção do disco American Idiot. Da actuação saliento as músicas "Wake Me Up When September Ends", "Boulevard of Broken Dreams", "American Idiot", "Basket Case" e "Minority"...