quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

A Mogambilia faz anos!



Desde já os meus parabens, que já foram entregues em pessoa.

Um bem haja para ela!

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

Sou um feliz portador do bilhete para os Soulfly no Hard Club



Eu já tenho o meu bilhetinho. Agora resta-me aguardar o evento. Impacientemente. Já perdi o da Praça Sony, agora estarei lá.
Ainda o código de honra masculino



Minha cara Gil, vejo-me forçado a responder, por ventura serei acusado de ser extremamente machista, mas oponho-me terminantemente ao teu comentário.

Acho que é por estas razões que a 'raça' feminina nunca avançará na escala do desenvolvimento humano. O ser masculino irá sempre prevalecer. Porquê? Porque proteje os seus.

O homem proteje os seus, dando bons conselhos de engate, enquanto que as mulheres querem é lixar as suas semelhantes.

O homem não se fica por atitudes mesquinhas, preferindo ficar prejudicado a prejudicar o sucesso sexual de outrém!

Só unidos é que poderemos bater coros às gajas com sucesso, partilhando conhecimentos, gostos sexuais das parceiras, facilitando desse modo a conquista.

E sim, tenho orgulho no código de honra. Sem ele o homem não seria o sexo dominante!

Eh eh eh, sou mesmo porco não sou!
O filme que faz pensar.

Broken Flowers




Mais um filme onde entra o reciclado Bill Murray. A história centra-se numa carta cor de rosa que assinala o facto de que o interprete do filme tem um filho. Ele procura os seus amores antigos em busca de informações. Pelo meio vai imaginando como seria a sua vida se tivesse continuado cada uma das suas antigas paixões. No fim, acaba por se encontrar a ele mesmo.

O fim do filme é bom e ao mesmo tempo enervante, deixa-nos a pensar... E isso na noite de domingo é complicado.
O código de honra em deterimento de café



Na tarde de domingo, fiquei no sofá, de portátil ao colo a escrever cenas parvas para o meu novo livro. De vez em quando espreitava para a televisão onde passava o filme Ace Ventura, Em África e ia soltando umas gargalhadas idiotas.

Ao fim da tarde estava-me a contorcer por falta de café... Fui então ter com o pessoal.

Chegado ao café, dirigi-me ao balcão já a pensar naquela chávena fumegante. E nada, o empregado não estava ao balcão. Estava comodamente sentado numa mesa, de costas para o balcão, ao lado de uma gaja.

Cá para mim tava a bater um coro à jovem, e é lógico que, eu, como homem (ou algo similar) não o incomodei, faz parte do código de honra masculino. Esperei e esperei, e senti-me bem, ele ficou com a gaja e eu com um cafézinho, nada melhor. E depois de tomar o café ainda me senti melhor.
A verdadeira final



Mal acabou o jogo, o Jorge correu para os balnearios, para ficar bem lavadinho e seguimos para o outro grande jogo. Os Orc's contra os GM's. Um duro duelo.

Nas bancadas o ambiente aquecia. Um grupo de crianças rebeldes usava tudo o que estivesse à mão para provovar uma enorme fogueira. Desde paus a garrafas de plástico.

No campo, as emoções estavam à flor da pele. O Dinis passeava a sua classe, o Luis resmungava com tudo e todos. A Ângela passava o tempo todo a exibir as suas cuecas cor de rosa. O Ricardo cortava as bolas todas, o Hugo suava de nervos, o senhor policia queria levar toda a gente para a esquadra. O Carlos impunha a sua autoridade como árbitro a favor da sua equipa. O Jorge exibia o seu penteado novo. O outro Jorge acertava caneladas na Ângela... Era uma festa... Não faço ideia de quem venceu, porque estava na treta com a Barbara...
Futebol jogado, assistido da bancada



A tarde de sábado foi destinada ao desporto de alta competição. Um disputado jogo teve lugar, tratava-se de uma eliminatória para a taça!

O encontro era entre o Covense, onde joga o Jorge e o Oliveirense, onde joga o meu primo Helder. Quinze dias antes, o Covense foi ao campo do Oliveirense dar uma goleada.

O jogo prometia, e superou as espectativas. Foi um jogo bastante disputado, um jogo de nervos.

O Oliveirense, já perto do final, numa jogada de contra ataque conseguiu marcar o único jogo da partida. Passando desse modo à proxima fase das eliminatórias da taça.
Um dia não, mas uma noite até seria negociável



Eis que os três, eu, o Ricardo e o Jorge, achamos por bem, na noite de sexta, fazer uma visita nocturna à cidade dos bispos.

O destino era o café do sr. Machado, o remodelado D.Pedro V.

A ideia era a de sempre que lá vamos: o Samba é o objectivo. Desta vez demos, o Jorge deu, a ideia de colocar gelo, de modo a que aquela mistela ficasse um pouco mais tragável.

O que me chateia é o facto de o sr. Machado não ter amendoins, ora bem, até tem, só que é daquelas embalagens individuais com os amendoins já descascados.

O que nos fascina naquele local, falando por mim, é o ambiente da casa: só homens na casa dos quarenta anos, com bigode e uma proeminente pança saliente. Palito no dente e garrafa na mão, a falar de futebol!

Lindo, fascinante até, adoro o tasco do senhor Machado.

Ficamos os três a beber Sambas, a comer moelas e cachorros enquanto recordavamos os tempos da nossa inocente infância...

Uma experiência a repetir, sem dúvida.
Fácil de Entender
The Gift




Talvez por não saber falar de cor, imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós...sei lá eu o que queres dizer.
Despedir-me de ti, "Adeus, um dia, voltarei a ser feliz."
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.
Talvez por não saber falar de cor, imaginei.
Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer.
Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim...
Escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti...
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender. É o amor que chega ao fim. Um final assim, assim é mais fácil de entender... Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse é mais fácil de entender.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir.
Se por falar, falei, pensei que se falasse era fácil de entender.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2006

A Policia Secreta que se farta de dar nas vistas



Acho mal o senhor jornalista da revista Visão dar com a lingua nos dentes. Não havia necessidade. Se o assunto era secreto, assim deveria ficar. Se o assunto é secreto, acho muito bem que o neguem, senão deixaria de o ser.

Fiquei surpreendido com a revista Visão, que é reconhecida pela sua isenção e qualidade, cometer um erro infantil. O que é para eles o conceito de secreto?

Admiro o trabalho deste e de todos os outros governos que a este antecederam, que, sempre souberam conduzir a pasta do secretismo e da inteligência nas nossas forças de segurança. Que ninguém me venha dizer que a GNR não é uma força policial de elite! O que eles fazem melhor é disfarçar, enganando-nos a todos. Temos de ter orgulho!
Livro de cabeceira: A Conspiração de Dan Brown



Mais um livro do Dan Brown, após de ter lido o Código de Da Vinci achei pertinente continuar a seguir a obra do autor. E estou a gostar bastante.
Em busca do meu verdadeiro eu...



Bem sei que nada publiquei nestes últimos dias. A razão é simples, tenho deambulado em busca do meu verdadeiro eu! E não, não o encontrei, mas no caminho diverti-me imenso.

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

Ensaio do grupo de teatro... Noite de segunda feira



Já resignado com a ida da Mogambília para a mouraria e remeloso por se tratar de uma segunda feira rumei para Guimarães... A noite foi muito produtiva... Fiquei foi chocado, pois, ao pedir um Porto, foi-me entregue um copo normal, quando a Carina fez o mesmo pedido foi agraciada com um copo com o dobro do tamanho do meu. Tá mal. E ainda falam de discriminação! Tá mal.
Queria desde já agradecer à TVI e à neve!



O meu sentimento de alegria para com a TVI é por esta ter criado uma onda de alarmismo desenfreado que fez com que a Eliana não fosse para Lisboa no domingo... Desse modo passei mais um dia com ela...

A neve é fixe! Nunca pensei dizer isso, já que o meu sentimento para com a neve não é lá muito aconselhavel... A bem dizer, acabaei por não passar o dia com ela... Mas passei um bom pedaço...
O acordar de domingo com um sorriso idiota nos lábios



Domingo, 13 horas e vinte e três minutos, acordo. Na televisão eles falam em neve para aqui, neve para ali, e eu a perguntar-me: E eu com isso?

Nisto lembrei-me da Neve Campbell e vislumbrei uma pequena e surreal hipotese de que estivessem a falar dela! Foi desse modo que acordei realmente! A Neve! Ai meu deus! Não é possivel.

O que é incrivel foi que constatei que a minha libido funciona aos domingos!

A primeira vez que dei por esta moça, estavamos no ano de 1996, era eu um adolescente cheio de borbulhas e pêlos encravados... E foi ao ver o filme The Craft... Fiquei maravilhado... Pouco tempo depois vejo-a novamente, desta feita a ser perseguida por aquele assassino simpático do Scream, depois veio o Scream 2 e o 3. Admito, e já admiti por diversas vezes que detesto os filmes do Wes Craven, mas a Neve obrigou-me a ver o filme.

O meu coração batia cada vez mais forte, a minha paixão por ela ia aumentando, atingindo dimensões dantescas... Até ao dia em que vi o filme Ligações Perigosas... Ai, nessa altura o meu ser era dela!

Nunca, mas mesmo nunca me esquecerei daquela cena, em que ela e a Denise Richards estão numa piscina e dão um beijo húmido-lésbico-sensual-erótico ao qual eu assisti vezes sem conta... Ai... Este domingo está a correr bem...
A Eliana voltou...



A alegria, a emoção e a comichão na orelha esquerda!
A melhor Bola de Berlim da minha vida



Estavamos ainda no domingo... Já tinha esquecido o trauma da neve... O destino era Viana do Castelo. E porque não? Ao espreitar a montra de uma pastelaria fico todo babado. E por incrivel que pareça não era por causa de uma empregada voluptuosa ou sexual. Era pois, por causa de um bolo. Por aí se pode constatar que sou um triste... Lá estava ela, do outro lado da montra, roliça e cremosa, coberta por pitadas pecaminosas de canela. Não resisti, saltei para ela, e comi-a toda...

Ok, caro leitor, por esta altura até eu já me apercebi! Este post é doentio e patético... Não liguem... É domingo...

sexta-feira, 27 de janeiro de 2006

Sinto-me feliz... a Mogambilia voltou



O pássaro regressa ao ninho... É hoje!

Encontro-me em pulgas na expectativa do regresso da Eliana, após um mês de separação forçada pelas vicissitudes da vida... É a vidinha meus caros.

Este fim de semana vou fechar o canal... Vou para outras paragens num universo bem distante na mente e no tempo... Enfim, matar saudades, que por acaso são muitas... Mas mesmo só por acaso.
Indiana Jones and the Temple of Doom



Foi um prazer ver este filme, um clássico...

Depois de escapar por um triz de uma luta numa boate em Shangai, Indy vai parar nas selvas da Índia, onde descobre um plano sinistro - crianças de uma vila perdido foram escravizadas para trabalhar numa espécie de mina. Indy precisa de as salvr, sem se tornar também um escravo do diabólico culto Tugue.

O toque do George Lucas e a qualidade garantida do Steven Spielberg.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Estranho, após dois meses eis que torno a sonhar com o coelho maldito



Estou cada vez pior, desta feita sonhei com o mesmo coelhinho fofinho da outra vez, só que agora, ele cresceu e estava com o cio. Lá estava eu, deitadinho na cama a dormir quando dou por mim a ser assediado por um roedor maléfico gigante. Ele enfiava as suas patas na minha cavidade nasal em busca de mucosidade acumulada... E eu passei-me, pois ninguém me pode mexer no nariz e nas orelhas; era precisamente o que ele me estava a fazer. Lembro-me de me ter levantado prontamente, de ter ido à cozinha e ter usado uma grande e afiada faca para assassinar o pobre animal. Cozinhei o bicho de seguida fiz gosto ao dente!

O que me intriga é o facto de eu não saber cozinhar e ter aversão à carne de coelho!

Mas o sacana do bastardo teve o que merecia, ai se teve!