Liberta o stress, acerta-me no focinho!
O melhor modo de relaxar. Nada como me acertar com uns bons sopapos nas ventas para fluir cá para fora o stress acumulado durante o dia. Dá-me com força!
quarta-feira, 30 de maio de 2007
terça-feira, 22 de maio de 2007
Bebe - Siempre me Quedara
Uma voz única, doce e que escolhe bem as palavras é como descrevo esta cantora espanhola. Não me canso de ouvir o álbum Pafuera Telaraña, mais um nome a reter…
Cómo decir que me parte en mil
las esquinitas de mis huesos,
que han caído los esquemas de mi vida
ahora que todo era perfecto.
Y algo más que eso,
me sorbiste el seso y me decían del peso
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
Me cuesta abrir los ojos
y lo hago poco a poco,
no sea que aún te encuentre cerca.
Me guardo tu recuerdo
como el mejor secreto,
que dulce fue tenerte dentro.
Hay un trozo de luz
en esta oscuridad
para prestarme calma.
El tiempo todo calma,
la tempestad y la calma,
el tiempo todo calma,
la tempestad y la calma.
Siempre me quedará
la voz suave del mar,
volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
En la voz suave del mar,
en volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
Cómo decir que me parte en mil
las esquinitas de mis huesos,
que han caído los esquemas de mi vida
ahora que todo era perfecto.
Y algo más que eso,
me sorbiste el seso y me decían del peso
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
Siempre me quedará
la voz suave del mar,
volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
En la voz suave del mar,
en volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
Uma voz única, doce e que escolhe bem as palavras é como descrevo esta cantora espanhola. Não me canso de ouvir o álbum Pafuera Telaraña, mais um nome a reter…
Cómo decir que me parte en mil
las esquinitas de mis huesos,
que han caído los esquemas de mi vida
ahora que todo era perfecto.
Y algo más que eso,
me sorbiste el seso y me decían del peso
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
Me cuesta abrir los ojos
y lo hago poco a poco,
no sea que aún te encuentre cerca.
Me guardo tu recuerdo
como el mejor secreto,
que dulce fue tenerte dentro.
Hay un trozo de luz
en esta oscuridad
para prestarme calma.
El tiempo todo calma,
la tempestad y la calma,
el tiempo todo calma,
la tempestad y la calma.
Siempre me quedará
la voz suave del mar,
volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
En la voz suave del mar,
en volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
Cómo decir que me parte en mil
las esquinitas de mis huesos,
que han caído los esquemas de mi vida
ahora que todo era perfecto.
Y algo más que eso,
me sorbiste el seso y me decían del peso
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
de este cuerpecito mío
que se ha convertío en río.
Siempre me quedará
la voz suave del mar,
volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
En la voz suave del mar,
en volver a respirar la lluvia que caerá
sobre este cuerpo y mojará
la flor que crece en mi,
y volver a reír
y cada día un instante volver a pensar en ti.
quinta-feira, 17 de maio de 2007
Mais um cão, mais uma tormenta
Não. Não se trata do lutador, cuja grandiosidade vai bem além dos ringues, não se trata do famoso personagem de Stalone. Este Rocky não luta, exceptuando os momentos em que tenta desalojar o Yuri da sua casota, tal como se de um combate se tratasse.


E não é que os dois cães, o Yuri e o Rocky Balboa se uniram à pessoa pequena que deambula pela minha casa, agora sim, a somatória dos seus actos a multiplicar por três lançará o caos, arruinando o meu sonho, que jamais se concretizará, agora que os dois cães mais o ser de reduzidas dimensões conjugaram forças…
Não. Não se trata do lutador, cuja grandiosidade vai bem além dos ringues, não se trata do famoso personagem de Stalone. Este Rocky não luta, exceptuando os momentos em que tenta desalojar o Yuri da sua casota, tal como se de um combate se tratasse.


E não é que os dois cães, o Yuri e o Rocky Balboa se uniram à pessoa pequena que deambula pela minha casa, agora sim, a somatória dos seus actos a multiplicar por três lançará o caos, arruinando o meu sonho, que jamais se concretizará, agora que os dois cães mais o ser de reduzidas dimensões conjugaram forças…

segunda-feira, 7 de maio de 2007
Saltitando de penedo em penedo na porra da natureza

A comunhão com a natureza faz-nos atingir um estado de espírito em nada comparado com o de ficar com o dedo preso numa porta, ou partir uma perna. Deixa-nos extasiados, admirados e com a alma preenchida. O Gerês com as suas cascatas, com o seu verde, com a sua paz leva-nos a imaginar, sonhar, a respirar o amor, eleva a nossa existência. Mas tudo isto se torna numa grande treta passados uns dez minutos, os insectos que se colam no nosso suor, as teias de aranha que se prendem nos dentes, as cobras que se fazem aparecer no meio do caminho olhando-nos com um tom pouco convidativo e a fazerem tsss tsss com a língua. As caminhadas intermináveis, os sapos que deambulam pela vegetação, o telemóvel sem rede que mais tarde não hesita em se atirar na água fria e corrente. O cansaço nas pernas… Adoro a natureza, mas na televisão, recostado no sofá a ver a saga das caçadas dos tigres, o cio das girafas, isso sim é muito giro, agora no que respeita a descer escarpas para depois as voltar a subir… Ui ui, está quieto.
Para mais com a ideia do Jorge de lá voltar e pernoitar, levando connosco a Arca da Aliança também conhecida por Caixa de Pandora, que é nada mais, nada menos a invólucro da vinhaça.

A comunhão com a natureza faz-nos atingir um estado de espírito em nada comparado com o de ficar com o dedo preso numa porta, ou partir uma perna. Deixa-nos extasiados, admirados e com a alma preenchida. O Gerês com as suas cascatas, com o seu verde, com a sua paz leva-nos a imaginar, sonhar, a respirar o amor, eleva a nossa existência. Mas tudo isto se torna numa grande treta passados uns dez minutos, os insectos que se colam no nosso suor, as teias de aranha que se prendem nos dentes, as cobras que se fazem aparecer no meio do caminho olhando-nos com um tom pouco convidativo e a fazerem tsss tsss com a língua. As caminhadas intermináveis, os sapos que deambulam pela vegetação, o telemóvel sem rede que mais tarde não hesita em se atirar na água fria e corrente. O cansaço nas pernas… Adoro a natureza, mas na televisão, recostado no sofá a ver a saga das caçadas dos tigres, o cio das girafas, isso sim é muito giro, agora no que respeita a descer escarpas para depois as voltar a subir… Ui ui, está quieto.
Para mais com a ideia do Jorge de lá voltar e pernoitar, levando connosco a Arca da Aliança também conhecida por Caixa de Pandora, que é nada mais, nada menos a invólucro da vinhaça.
Mais uma noite de Sábado no tasco do Sr. Machado

Ir a Braga e não colocar os pés no tasco do Sr. Machado é sacrilégio, pois na cidade dos arcebispos, a meu ver é o único meio para atingir o reino dos céus. O Samba substitui o sangue do Senhor para atingir a vida eterna, se bem que o Samba nos faz morrer mais depressa, para que um gajo possa ir ter com Ele, o meu fígado que o diga, nem substituindo a cola por água com gás, o bagaço fala mais forte, fica mais forte, embora com bolhas e uma palhinha… Nem uma gota derramada, como vem na sagrada escritura de um bom degustador de álcool em quantidades pouco modestas, nem que tenha de lamber a mesa.

Ir a Braga e não colocar os pés no tasco do Sr. Machado é sacrilégio, pois na cidade dos arcebispos, a meu ver é o único meio para atingir o reino dos céus. O Samba substitui o sangue do Senhor para atingir a vida eterna, se bem que o Samba nos faz morrer mais depressa, para que um gajo possa ir ter com Ele, o meu fígado que o diga, nem substituindo a cola por água com gás, o bagaço fala mais forte, fica mais forte, embora com bolhas e uma palhinha… Nem uma gota derramada, como vem na sagrada escritura de um bom degustador de álcool em quantidades pouco modestas, nem que tenha de lamber a mesa.
Festa popular: Degredo na noite de Sexta

A Festa das Cruzes na freguesia de Serzedelo, festa que une a comunidade, que celebra a alegria contagiante em torno da Nossa Senhora, celebra a esperança num mundo melhor. Vestir roupa nova, participar nos bailaricos promovidos pela paróquia, fazer a festa…
Pois, só que nós aparecemos propositadamente no fim da festa, em busca de uma tasca aberta, e aí enfrascamos bom vinho e um pito assado enquanto a policia nos expulsava da barraca e um bêbado, com a sua viola tocava Zeca Afonso em sinal de protesto, face às exigências da autoridade, com a garganta bem regada e o estômago saciado pusemo-nos a andar dali, antes que a policia nos desse umas valentes vergastadas….
Esta festa não se acaba, esta festa não tem fim. A puta da festa não acaba. Se esta festa acabar, ai meu Deus, vamos ao vinho. O que será de mim, apareceu a moina. Vou é sair de fininho.

A Festa das Cruzes na freguesia de Serzedelo, festa que une a comunidade, que celebra a alegria contagiante em torno da Nossa Senhora, celebra a esperança num mundo melhor. Vestir roupa nova, participar nos bailaricos promovidos pela paróquia, fazer a festa…
Pois, só que nós aparecemos propositadamente no fim da festa, em busca de uma tasca aberta, e aí enfrascamos bom vinho e um pito assado enquanto a policia nos expulsava da barraca e um bêbado, com a sua viola tocava Zeca Afonso em sinal de protesto, face às exigências da autoridade, com a garganta bem regada e o estômago saciado pusemo-nos a andar dali, antes que a policia nos desse umas valentes vergastadas….
Esta festa não se acaba, esta festa não tem fim. A puta da festa não acaba. Se esta festa acabar, ai meu Deus, vamos ao vinho. O que será de mim, apareceu a moina. Vou é sair de fininho.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
O mistério do fantasma do Norte, c'um carago!
Tudo começou com uma viagem atípica, o Sul visitava o Norte num claro clima de afronta e despeito para com as nossas gentes. Quatro seres, dois deles traidores da causa nortenha, os outros dois, mouros de gema.

De modo a preservar o ténue e quase inexistente fio de dignidade dos intervenientes, colocarei nomes fictícios. Assim sendo tínhamos, em representação do Norte, duas traidoras assumidas: a Sónia e a Eliana, plenamente conscientes do acto vil e escabroso em que tomavam parte.

Do lado da mouraria, os seres lendários pela sua ousadia em visitar o Norte. O impiedoso Nuno e a maléfica Inês, talvez inspirados pelo rei morto que haviam visitado durante a viagem, meteram-se no carro e inspiraram-se com o fantasma que os acompanhava, em descoberta de novos mundos.

E o fantasma não mais nos largou, dos Clérigos ao cais de Gaia, através de uma chuva irritante, da morrinha que nos fez acelerar o passo, deambulando numa noite de domingo, procurando abrigo seguro num qualquer bar.

Almas penadas, era o que parecíamos, vigiados de perto pelo fantasma, pela aura maligna que insistia em assombrar a Inês, era bastante óbvio que até os espíritos também, tal como eu, abominavam as suas pantufas. Pantufas feitas gatos. Gatos feitos persas, tal como se fossem espanadores, coitados dos bichanos. Nem sequer uma entidade do além permanece impávida face aos gatos. Gatos esses com nomes de cão!
Tudo começou com uma viagem atípica, o Sul visitava o Norte num claro clima de afronta e despeito para com as nossas gentes. Quatro seres, dois deles traidores da causa nortenha, os outros dois, mouros de gema.

De modo a preservar o ténue e quase inexistente fio de dignidade dos intervenientes, colocarei nomes fictícios. Assim sendo tínhamos, em representação do Norte, duas traidoras assumidas: a Sónia e a Eliana, plenamente conscientes do acto vil e escabroso em que tomavam parte.

Do lado da mouraria, os seres lendários pela sua ousadia em visitar o Norte. O impiedoso Nuno e a maléfica Inês, talvez inspirados pelo rei morto que haviam visitado durante a viagem, meteram-se no carro e inspiraram-se com o fantasma que os acompanhava, em descoberta de novos mundos.

E o fantasma não mais nos largou, dos Clérigos ao cais de Gaia, através de uma chuva irritante, da morrinha que nos fez acelerar o passo, deambulando numa noite de domingo, procurando abrigo seguro num qualquer bar.

Almas penadas, era o que parecíamos, vigiados de perto pelo fantasma, pela aura maligna que insistia em assombrar a Inês, era bastante óbvio que até os espíritos também, tal como eu, abominavam as suas pantufas. Pantufas feitas gatos. Gatos feitos persas, tal como se fossem espanadores, coitados dos bichanos. Nem sequer uma entidade do além permanece impávida face aos gatos. Gatos esses com nomes de cão!

Mafagafa, mais uma lenga lenga

Havia uma mafagafa
que tinha 7 mafagafinhos
a mafagafa morreu
ficaram os 7 mafagafinhos
a mafagafar sozinhos
Um ninho de mafagafos
com 5 mafagafinhos
morreram os mafagafos
ficaram os mafagafinhos
Era uma vez uma mafagafa
com 5 mafagafinhos
quando a mafagafa guinfa
os 5 mafagafinhos fazem
uma magafinhada

Havia uma mafagafa
que tinha 7 mafagafinhos
a mafagafa morreu
ficaram os 7 mafagafinhos
a mafagafar sozinhos
Um ninho de mafagafos
com 5 mafagafinhos
morreram os mafagafos
ficaram os mafagafinhos
Era uma vez uma mafagafa
com 5 mafagafinhos
quando a mafagafa guinfa
os 5 mafagafinhos fazem
uma magafinhada
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